quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Explosão nuclear em Denver?


O céu de Denver (Colorado, EUA) testemunhou o que parecia ser uma explosão nuclear. Ainda bem que foi apenas uma tempestade que partiu das Montanhas Rochosas rumo aos arranha-céus da cidade americana. A foto foi feita por Greg Thow, de 49 anos, que se especializou em documentar a linha do horizonte em Denver.

Blog Page Not Found / O Globo

IDHM de Campos pode ser elevado a muito alto em 7 anos


O superintendente de Orçamento da Secretaria Municipal de Controle, Orçamentário e Auditoria, o economista José Alves Azevedo Neto, afirmou que em sete anos, o Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDHM)  de Campos poderá ultrapassar 0,8, passando a ser classificado como muito alto. Ele disse que os índices atuais divulgados no último dia 29 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) foram apurados entre 1991 e 2010 e não refletem os dois primeiros anos do governo da prefeita Rosinha Garotinho. O subsecretário destacou que a Prefeitura já investiu R$ 1,5 bilhão em obras de infraestrutura entre 2009 e 2012.

- Este reflexo poderá já ser notado no próximo IDHM, em 2020, mas arrisco dizer que o IDHM de Campos ultrapassará a casa de 0,8, em sete anos, o que seria muito alto. Os índices de agora não refletem os investimentos feitos pelo atual governo desde 2009 - destacou José Alves. Ele citou investimentos feitos pela Prefeitura, como as 5.426 casas do programa Morar Feliz, o programa Bairro Legal em 17 bairros e 10 regiões; obras de saneamento básico e outras, que acabaram não entrando no índice do IDHM divulgado no final de julho.

O IDHM mede o nível de desenvolvimento humano de determinada região, baseado em dados do censo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice leva em conta três áreas: vida longa e saudável, acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). O IDHM vai de zero a um, quanto mais próximo de zero, pior o desenvolvimento humano, quanto mais próximo de um, melhor.

Prefeitura de Campos

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Michel Teló nesta segunda na Festa do Santíssimo Salvador


O cantor Michel Teló é atração principal da noite desta segunda-feira (5) da programação da 361ª Festa do Santíssimo Salvador, padroeiro da cidade, elaborada pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.  Teló vai animar o público com o melhor do sertanejo universitário. No repertório, estão sucessos da carreira do artista, como “Ai se eu te pego”, “Levemente alterado”, “Amiga da minha irmã” – do novo DVD “Sunset”, entre outros.


Nocauteado, Sergio Cabral deverá renunciar

A jornalista Tereza Cruvinel, uma das principais colunistas políticas do País, aposta na renúncia do governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral. Seria a melhor saída para um político nocauteado, que precisa tentar salvar a candidatura de seu vice, Luiz Fernando Pezão. Leia abaixo:

A renúncia da Cabral - TEREZA CRUVINEL

A ira das ruas já fez muitas vítimas na política, mas o primeiro a ser literalmente nocauteado é o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Embora negando, ou tratando o assunto como hipótese, ele está decidido a renunciar para favorecer a candidatura do vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), a governador, alegando a necessidade de se afastar para viabilizar legalmente a candidatura, a deputado federal, de seu filho Marco Antônio. Aquele que o pai, protestando contra a pré-candidatura do senador Lindbergh Farias (PT) e ameaçando romper a aliança com o PT, lembrou ter "Neves" no sobrenome.

De lá para cá, tudo mudou para Cabral, que, segundo fontes do PMDB nacional, ainda tem dúvidas sobre o momento certo para deixar o cargo. Se, no início de janeiro de 2014, o que daria mais tempo de governo para o vice, ou se em abril, quando termina o prazo legal para a desincompatiblização de governantes que serão candidatos ou tenham parentes de primeiro grau com essa pretensão.

No ano passado, Cabral chegou a cogitar a renúncia para que Pezão pudesse disputar a eleição para governador no cargo. Nesse caso, sendo eleito, ele não teria direito à reeleição, tal como acontece hoje, pela mesma razão, com o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), que concluiu o segundo mandato de Aécio Neves (PSDB). Depois, desistiu e anunciou que ficaria no cargo até o fim do mandato, trabalhando pela eleição do sucessor.

Com a eclosão dos protestos, entretanto, o mundo de Cabral caiu. As grandes manifestações de junho no Rio, duramente reprimidas, hoje estão praticamente restritas à ação violenta dos vândalos e de grupos radicais, aparentemente infiltrados por mercenários do narcotráfico e de outras organizações criminosas, talvez partidárias, especulam o governador e seus aliados. O prédio em que ele mora, no Leblon, continua sendo um ponto permanente de protestos e de confrontos com a polícia, para irritação dos moradores da rua. Cabral recusou todos os apelos de correligionários e auxiliares para que fosse morar na residência oficial do Palácio das Laranjeiras. No fim de julho, as pesquisas mostraram que ele se tornara o mais impopular, numa lista de governadores vitimados pelo mau humor da população. Em São Paulo, durante a visita do papa, foi alvo de protesto em que uma faixa dizia: "Vaza, Cabral". O sumiço do pedreiro Amarildo, depois de ter comparecido em 14 de julho ao posto policial da UPP da Rocinha, engrossou os últimos protestos com a participação de moradores da favela. O assunto esquentou na sexta-feira, com as suspeitas levantadas pela ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, de responsabilidade da PM no desaparecimento.

Nos últimos dias, Cabral ensaiou um discurso conciliador, fazendo autocrítica e declarando o desejo de dialogar. Na sexta-feira, anunciou o recuo na demolição do ginásio esportivo Célio de Barros, ao lado do Maracanã, dizendo que a própria concessão, muito criticada pelos cariocas, estava "em suspenso". Os acenos caíram no vazio, e a sexta-feira terminou com outro ato paulista, contra ele e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), alvejado pelas revelações da empresa Siemens, sobre a participação em um cartel que teria atuado em licitações dos governos estaduais tucanos. Por isso, é possível que agora ele também comece a ser malhado continuamente nos protestos. Os políticos vêm prevendo que as ruas não sossegarão antes da eleição.

A renúncia, que só uma virada favorável na situação de Cabral impediria, tornou-se para ele a melhor saída. Ainda que não tenha condições de disputar o Senado, como cogitado, dará a Pezão uma chance de se provar como gestor para ganhar competitividade, e abrirá caminho para o filho entrar na política. Ainda que Cabral quisesse, nenhum outro governante deseja que ele confirme esse plano agora. Se as ruas gostam e diversificam as apostas, ninguém sabe qual será a próxima pedra a cair no dominó.

Rio 247

"Fora Cabral" faz eco até em outros Estados

As articulações do PMDB do Rio de Janeiro na tentativa de levar o governo de Sérgio Cabral a dar a volta por cima no turbilhão de descrédito junto à opinião pública tendem a cair no comum da sabedoria popular que o "sentencia" com um sonoro grito de "fora!". A expectativa é que "a emenda saia pior do que o soneto". Isso porque, a somar contra atos condenáveis do governador fluminense vieram mensagens do Papa Francisco, coincidentes com clamores das ruas, em defesa do respeito, do amor ao próximo, da justiça, da paz, contra a corrupção.

Ao pedir aos jovens que participem da Igreja e derrubem barreiras do egoísmo, do ódio e da intolerância para construção de um mundo novo, o papa acabou nivelando a uma juventude de ações equilibradas pessoas de todas as idades que se doam, nas manifestações públicas, em defesa da moralidade e direitos iguais para todos. E não há como aliviar PMDB e PT dos protestos no Rio, porque ambos são "sócios" de um governo contaminado.

*Do site O Diário (aqui)