domingo, 7 de setembro de 2014

Guarus 90 mil eleitores


Guarus 2urnaNeste domingo(7), estamos dando continuidade a série que o Campos 24 Horas iniciou esta semana com dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) sobre o número de eleitores nas setes zonas eleitorais do município.
Hoje, vamos divulgar os números dos bairros de Guarus, onde há 86.166 eleitores. São 247 seções eleitorais divididas em duas zonas eleitorais, 76 e 129.
Campos tem 354.723 eleitores aptos a votar nas próximas eleições gerais de outubro.
Confira o número de eleitores de acordo com o bairro de Guarus:
-Jardim Carioca: 17.343 eleitores em 53 seções
-Parque Guarus: 12.683 eleitores em 36 seções
-Parque Eldorado: 9.775 eleitores em 27 seções
-Custodópolis: 9.156 eleitores em 27 seções
-Parque Prazeres: 5.315 eleitores em 14 seções
-Parque Calabouço: 4.748 eleitores em 13 seções
-Parque Santa Rosa: 4.139 eleitores em 11 seções
-Parque Fundão: 4.214 eleitores em 11 seções
-Parque Presidente Vargas: 3.582 eleitores em 10 seções
-Parque Cidade Luz: 3.556 eleitores em 10 seções
-Parque Novo Mundo: 3.080 eleitores em 8 seções
-Parque São Mateus: 2.486 eleitores em 7 seções
-Parque São José: 2.419 eleitores em 7 seções
-Parque São Jorge: 1.663 eleitores em 5 seções
-Parque Aldeia: 1.007 eleitores em 4 seções
-Parque Lebret: 1.000 eleitores em 4 seções




quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Campos dos Goytacazes mais de 350.000 eleitores


Foto aérea Campos setembro de 2014urnaCampos tem 354.723 eleitores aptos a votar nas próximas eleições gerais de outubro. A partir de hoje, oCampos 24 Horas traz dados do Tribunal Regional Eleitoral(TRE-RJ) sobre o número de eleitores nas sete zonas eleitorais do município.
Abrimos esta série com números da Baixada Campista, onde há 58.246 eleitores. São 206 seções eleitorais divididas em diversas localidades, como Goitacazes, Tócos e Baixa Grande, entre outras.
Confira o número de eleitores de acordo com a localidade:
-Goitacazes: 14.586 eleitores em 39 seções
-Tócos: 5.218 eleitores em 15 seções
-Farol: 5.015 eleitores em 14 seções
-Donana: 4.414 eleitores em 14 seções
-Baixa Grande: 2.910 eleitores em 8 seções
-Saturnino Braga: 2.905 eleitores em 8 seções
-Poço Gordo: 2.405 eleitores em 7 seções
-Venda Nova: 1.682 eleitores em 7 seções
-Martins Lage: 1.375 eleitores em 8 seções
-São Sebastião: 1.367 eleitores em 4 seções
-Babosa: 1.335 eleitores em 6 seções
-Campo Novo: 1.249 eleitores em 4 seções
-Ponta Grossa: 1.244 eleitores em 4 seções
-Santo Amaro: 1.211 eleitores em 7 seções
-Mineiros: 1.182 eleitores em 4 seções
-Mussurepe: 1.023 eleitores em 4 seções
-São Martinho: 839 eleitores em 4 seções
-Espinho: 755 eleitores em 3 seções
-Campo Limpo: 753 eleitores em 3 seções
-Boa Vista: 710 eleitores em 3 seções
-Marrecas: 708 eleitores em 3 seções
Correnteza: 697 eleitores em 3 seções
-Coqueiro de Tocos: 648 eleitores em 5 seções
-Fazendinha: 591 eleitores em 2 seções
-Retiro: 518 eleitores em 4 seções
-Ponto de Coqueiros: 474 eleitores em 2 seções
-Beira do Tai: 410 eleitores em 2 seções
-Alto de Elizeu: 404 eleitores em 2 seções
- Largo do Garcia: 322 eleitores em 2 seções
-Caboio: 292 eleitores em 2 seções
-Alto da Areia: 238 eleitores em 2 seções
-B. do Jacare: 207 eleitores em 2 seções
- São Bento: 177 eleitores em 2 seções
-Marcelo: 173 eleitores em 2 seções
-Goiaba: 114 eleitores em 2 seções
- Rio do Colégio: 95 eleitores em 2 seções


domingo, 17 de agosto de 2014

Uma memória privilegiada: entrevista com Suledil


Suledil 4O tempo passa e sua memória continua privilegiada, com tudo armazenado e pronto para ser apresentado a qualquer momento, sejam números, valores ou datas. Ainda bem que é assim, porque seu forte não é a informática, por isso anda com um papel no bolso e uma inseparável caneta, uma espécie de “notebook da idade da pedra”. Brincadeiras à parte, o professor, articulador político e atual secretário municipal de Governo, Suledil Bernardino da Silva, didático como exige sua profissão, tem resposta para tudo, entusiasmado com as transformações que vem passando o município.
Para isso cita a Revista MultiCidades, que mostra Campos suplantando quatro capitais da região Sudeste (Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo) em termos de investimentos. E quando o assunto é política, também não titubeia, afirmando que a oposição da Câmara de Vereadores tem a crítica pela crítica. E só isso, nada mais, sem trazer nenhum tipo de investimento para a cidade, correndo o risco de caírem no ostracismo político. Sobre a atuação da prefeita de Campos, Rosinha Garotinho como coordenadora política, ele também tem seus argumentos.
Campos 24 Horas – Vamos começar falando de problemas. Essa história de atraso no repasse dos royalties é todo mês?
Suledil  Bernardino– Não é história, é fato. Todo mês, desde fevereiro passado, que o governo federal vem atrasando o repasse para fazer superávit primário. Por isso corremos risco de perder o repasse de dezembro, o que frustraria a previsão orçamentária da prefeitura no ano de 2013. O mês de dezembro tem que ser pago dentro do ano, porque, senão, caso aconteça em 2014, o repasse será bem menor.
Campos 24H – Mas, na prática, o atraso implica em que?
Suledil – Nos pagamentos que a prefeitura tem que fazer aos seus prestadores de serviço, pagamento de mão de obra terceirizada, locação de equipamentos, entre outros. Sem falar nos repasses para hospitais conveniados e muito mais…
Suledil 2Campos 24H – E qual ou quais as prioridades da prefeitura hoje no contexto dos royalties?
Suledil – A prefeitura tem como prioridade usar os royalties para infraestrutura da cidade, por se tratar de indenização. Veja bem. Somente nesta segunda etapa do Programa Morar Feliz serão investidos quase meio bilhão, além do investimento em saúde pública através do saneamento básico, por meio do Programa Bairro Legal. E, ainda, reorganização das principais avenidas da cidade, visando melhor mobilidade urbana e acessibilidade. Tem também a construção de novas unidades escolares (escolas e creches modelos), com a prefeitura operando em sua capacidade máxima de investimento, em torno de 20%-ano.
Campos 24H– O senhor fala muito em transformação do município. Exemplos….
Suledil – São muitos. Só este ano a prefeitura já entregou 28 obras. Exemplo, a primeira etapa da Nova Nazário Pereira Gomes. Bairro Legal na Estância da Penha e no Solar da Penha, primeira etapa do Bairro Legal de Goytacazes, recuperação e construção de novas estradas, macrodrenagem em Rio Preto e muito mais. Isso significa aperto orçamentário e financeiro, porém, redundando em benefícios para toda a população.
Campos 24H – E a saúde, sempre tão criticada?
Suledil – Também temos investimentos. Temos a construção da nova emergência do Hospital Geral de Guarus, construção do hospital da Baixada em Goytacazes, construção de UBS 24h na Penha, entre outros. Sem falar dos investimentos sociais que não ficam no esquecimento no nosso governo.
Suledil 1Suledil 5Campos 24H– Quais investimentos sociais?
Suledil – A Passagem Social, por exemplo, já custou aos cofres públicos mais ou menos 140 milhões nos últimos cinco anos. No Cheque Cidadão, que é um programa de transferência de renda, houve investimento de quase 180 milhões no mesmo período, beneficiando mais de 20 mil famílias. Tem, ainda, a contratualização de serviços na área de saúde já ultrapassando 150 milhões também em cinco anos.
Campos 24H– A área da educação também sempre é alvo de críticas…
Suledil – Hoje a prefeitura tem cerca de 8 mil crianças somente na rede de creches o que, em termos absolutos, só fica abaixo da cidade do Rio de Janeiro. Sem falar que já foram entregues 14 creches e este ano foram entregues em Saturnino Braga, Penha, Jóquei II e Aeroporto, além de outras sete com recursos do governo federal em obras e mais duas com recursos do Fundeb, no parque saraiva e na Aldeia, totalizando nove. Tem também escolas-modelo em construção no Parque Saraiva, Ponta da Lama, Eldorado e Codin, sendo já entregues cinco unidades novas. Em termos de investimento percapta Campos durante três anos vem superando o Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu e São Gonçalo, ficando atrás de Duque de Caxias, cidade detentora da refinaria de petróleo e do pólo petroquímico e que tem arrecadação própria superior a Campos.
Campos 24H– Mudando de assunto, como o senhor vê diversos vereadores candidatos? Não pulveriza muito os votos?
Suledil 6Suledil – Dois vereadores são realmente candidatos, para estadual o Gil Viana e Albertinho e, para federal, Jorge Magal. Isso tem o lado positivo e o negativo. O positivo é que se consegue aproveitar mais o índice de votos da cidade. O negativo é que, somada a concorrência dos candidatos de fora, além de acirrar a disputa local, pode inviabilizar a eleição de deputados para representar a cidade na Alerj e Câmara Federal.
Campos 24H – Mas, partindo desse princípio, não afeta a candidata Clarissa Garotinho e o candidato Paulo Feijó?
Suledil – Não necessariamente. Pela sua trajetória política, Clarissa terá votos nas 92 cidades do Estado, levando-se em conta, ainda, seu sobrenome, vinculado a dois ex-governadores que deixaram marcas em seus governos. Sem contar que é filha da terra. Quanto a Paulo Feijó, ele deve ampliar sua base de votação no Norte e Noroeste Fluminense, porque há anos e anos tem dedicado e assistido a inúmeros municípios da nossa região.
Campos 24H – Ainda falando em política, o senhor começou criticando a oposição da Câmara de Vereadores…
Suledil  – Sim, porque até hoje ela não trouxe nenhum investimento para Campos por parte dos governos estadual e federal e não tem mandato propositório, só a crítica pela crítica, o que não leva a lugar nenhum. Ao persistir nesta conduta, essa oposição aí pode estar cometendo erro estratégico que poderá custar caro nas próximas eleições, quando eles tentarem uma reeleição ou ampliação de espaços na política local. Vocês da imprensa já constataram a vinda de algum secretário de Estado a Campos, ou algum ministro, para uma agenda positiva, que tivessem vindo através desses vereadores? E desconheço qualquer recurso que tenha sido conseguido por eles junto aos governos que já citei, em benefício da cidade.
Campos 24H– Como o senhor vê uma prefeita como coordenadora política? Não é muita função para uma pessoa só?
Suledil – A prefeita da cidade é, por natureza, a principal líder política e é também natural que exerça sua liderança no sentido de influenciar o processo eleitoral. No caso de Rosinha Garotinho, tem todas as credenciais, por ter sido secretária de Estado e governadora do segundo maior estado do país. E, ainda, detentora de lastro político em todos os municípios que compõem nosso Estado, porque como governadora, deixou marcas de governo nos quatro cantos do Estado do Rio. Ela tem dedicado os finais de semana a percorrer cidades do Norte e Noroeste Fluminense com área de abrangência de sua coordenação delegada pelo seu partido, o PR. Mesmo assim, tem dispensado atenção a administração, entregando obras, fazendo lançamento de outras, realizando reuniões permanente de trabalho em seu gabinete, despachando, enfim, trabalhando normalmente.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Descaso de PEZÃO vai deixar Estado do Rio sem agua

SP pode provocar colapso no abastecimento de água do Rio

Escassez atingirá 26 cidades, se for mantida redução da vazão de afluente do Paraíba do Sul


 Mais de doze milhões de moradores de 26 municípios fluminenses poderão ficar sem água no final de outubro. O risco de colapso no abastecimento de água em cidades do Rio e São Paulo é um alerta do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), caso o governo paulista continue represando volumes do Rio Jaguari,um dos afluentes do Rio Paraíba do Sul, acima do permitido pelo governo federal. 
Segundo informação, no dia 28 de outubro, as cidades do Norte e Sul Fluminense, incluindo Região Metropolitana e Baixada, sofreriam o problema caso a estiagem no Sudeste continue. Para evitar a crise no abastecimento, São Paulo deve triplicar o volume de vazão do Jaguari para o Paraíba do Sul dos atuais 10 metros cúbicos (m³/s) por segundo para 30 m³/s. O nível antes da crise era de 40 m³/s. 
“A questão central não é o risco de faltar energia elétrica no Rio, mas a possibilidade bastante grande de desabastecimento de água nas cidades do Rio e São Paulo”, ressalta o diretor-presidente da Agência Nacional das Águas (ANA), Andreu Guillo. 
O Rio Paraíba do Sul está com o nível mais baixo, por causa de uma manobra da Cesp, a empresa de energia de SP, que está represando água
Foto:  Helen Souza / Folha da Manhã / Agência O Dia
Um ofício do Instituto Nacional do Ambiente (Inea) à ANA e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirma a apreensão das autoridades. No documento, declara uma “profunda preocupação” com a segurança hídrica dos 17 municípios fluminenses que dependem exclusivamente do Paraíba do Sul. A justificativa do governador Geraldo Alckmin é que a vazão precisa ser mantida para abastecer o município de Santa Isabel, que correria o risco de ficar sem água. Técnicos da ANA, porém, não constataram nenhum problema nos reservatórios da cidade, de 50 mil habitantes.
A agência deu cinco dias para que a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) apresente laudos técnicos que comprovem a necessidade de baixar a vazão. Por não ter cumprido ordem da ONS, a empresa e o Departamento de Água, Esgoto e Energia de São Paulo terão 15 dias para se justificar. Após o prazo, a Cesp pode ser multada em até 2% da sua receita anual. Para Hélio Vanderlei, ex-diretor do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, a medida foi uma estratégia do governo paulista. “São Paulo diminuiu a vazão para fazer volume no reservatório e socorrer o sistema Cantareira”, analisa.
De cada 10l captados, 4l se perdem 
O drama da falta d’água enfrentado hoje pelos paulistanos será o de amanhã para os fluminenses se, até março, nada for feito para recuperar o volume dos reservatórios do Sistema Cantareira que abastece São Paulo. “Se nos próximos sete meses, o abastecimento não for normalizado pelas chuvas, a crise será no Rio”, alerta Hélio Vanderlei, gerente de Políticas Públicas da Ong Onda Verde. 
Segundo ele, tanto Rio quanto São Paulo não montaram plano B para não depender exclusivamente do Guandu e do Cantareira. “São Paulo deveria ter racionado o consumo de água há um ano. O Rio também terá que fazer”, advertiu o ambientalista, lembrando que, de cada 10 litros captados no Rio, quatro ficam pelo caminho. As populações mais afetadas serão as do Sul e do Norte Fluminense. “É como uma mangueira com 100 litros d’água. Quando diminui o volume, alguém na ponta vai ficar sem”.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Pesquisa do GPP revela que Garotinho lidera com folga disputa para o governo do Estado


Garotinho: 28,3%

Pesquisa do GPP revela que candidato lidera com folga a disputa para o governo do Rio

Pesquisa do GPP revela que Garotinho (PR) lidera com folga a disputa para o governo do Rio. Ele tem 28,3% das intenções de voto, contra 16,4% de Crivella (PRB), 15,7% de Pezão (PMDB) e 10% de Lindberg Farias (PT). Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, Crivella e Pezão estão empatados. A pesquisa foi encomendada pelo PMDB. 
Tarcísio Motta (Psol) ficou com 0,9%; Dayse Oliveira (PSTU), 0,4%; Ney Nunes (PCB), 0,2%. Nulos e brancos somam 19,3%; 8,8% não sabem ou não responderam.

Dilma em primeiro 
Candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT) tem liderança tranquila no Estado do Rio: 38,4% das preferências contra 17,9% de Aécio Neves (PSDB), 6,6% de Eduardo Campos (PSB) e 4% de Pastor Everaldo (PSC). Outros candidatos tiveram 2,1% das preferências; votos brancos e nulos chegaram a 19,8%; 11,02% não sabiam ou não revelaram em quem votariam.
Romário na frente
Para o Senado, 32,2% dos eleitores estão com Romário (PSB), 25% preferem Cesar Maia (DEM). Eduardo Serra (PCB) recebeu 4,7% das intenções de voto; Lupi (PDT), 2,9%; Liliam Sá (Pros), 1,9%.

Registrada
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores nos últimos dias 9 e 10. Registrada no TRE, recebeu o número RJ00018/2014