segunda-feira, 27 de maio de 2013

Eduardo Paes é reincidente

Vale lembrar que o vexame de Eduardo Paes, ao dar um soco em um músico após ser xingado pelo mesmo,  não é de se espantar, já que o prefeito do Rio de Janeiro já demonstrou, em aparições públicas, que não é muito de dar o exemplo.

Visivelmente alterado, o prefeito do Rio já foi flagrado com uma caixa de cerveja embaixo das pernas e passando a mão nas coxas da funkeira Valesca Popouza.

Bom, a partir disso já dá para julgar que a figura pública de Eduardo Paes não é muito representativa.


Garotinho diz ser vítima de jornal de Campos e alerta seus aliados



O deputado federal Anthony Garotinho(PR) criticou na manhã deste sábado(25/05) um jornal local e fez um alerta aos integrantes de seu grupo político em Campos. Para Garotinho, o jornal promove uma campanha contra ele e deixou de cumprir o papel de informar, virando “o PCG, Partido Contra o Garotinho”. A declaração foi dada durante o programa “Entrevista Coletiva”, da Rádio Diário FM.

 “De que adianta a pessoa dizer que esta comigo e ficar dando entrevista, comendo feijoada, escrevendo artigo em um jornal que é contra mim. Esse jornal virou um partido politico, o PCG, Partido Contra o Garotinho. Então,  quem quiser ficar com o jornal, que fique, faz parte da democracia, mas não seja hipócrita e me procure depois para ficar dizendo que está comigo”, falou Garotinho.

Campos 24 Horas

Herdeiro da Abril, Roberto Civita morre aos 76 anos


Do pai, Victor, o empresário Roberto Civita herdou a expressão vivaz, o sorriso rasgado e, claro, o Grupo Abril, maior conglomerado editorial da América Latina. Aos 76 anos, nascido em Milão, na Itália, ele estava internado desde o início do ano no hospital Sírio-Libanês sob regime extremamente restrito de divulgação a respeito de seu estado de saúde. O anúncio de sua morte foi feito na noite deste domingo 26, em São Paulo, em decorrência de complicações cardíacas.

Civita assumiu a presidência do Grupo Abril em 1990, com o falecimento do pai. No mês passado, ciente da gravidade de seu quadro clínico, transmitiu para seu filho Giancarlo as presidências executiva e do conselho de administração do grupo. Fundada em 1950, a Abril conta atualmente com 9,5 mil empregados e publica 52 revistas diferentes, entre elas Veja, a de maior circulação do País. O grupo faturou R$ 2,9 bilhões no ano passado. Segundo a revista Forbes, Roberto Civita acumulou uma fortuna pessoal de US$ 4,9 bilhões, tornando-se um dos 300 homens mais ricos do mundo.

Brasil 247

Garotinho: "Cabral tem medo de ser preso"


O ex-governador Anthony Garotinho aumentou em entrevista ao 247 a temperatura, já elevada, da eleição para governador do Rio de Janeiro. Ele garantiu que, se eleito, fará nada menos que uma devassa nos atos da atual administração estadual. Vai apurar, especialmente, os gastos do gabinete do governo e negócios feitos com as assinaturas de pessoas que integram o que o próprio Garotinho chama de "gangue dos guardanapos" – o grupo de amigos do governador Cabral, com destaque para os secretários de Saúde, Sergio Côrtes, de Governo, Wilson Carlos, e o ex-dono da empreiteira Delta, Fernando Cavendish.

- Cabral e seus amigos têm medo pode mim porque sabem que, se eu for eleito, eles podem ir presos. Roubaram muito", acusou Garotinho ao 247. "Esse é o governo mais corrupto da história do Rio. Vou fazer uma devassa nessa administração, não vou segurar nada", continuou.

O ex-governador alega que está sendo espionado pelo aparelho de segurança do Estado, comandado pelo secretário José Mariano Beltrame. "Esse jogo baixo contra mim e a minha família é sinal do desespero do governador. Ele está acuado politicamente", sustenta.

No raciocínio de Garotinho, feito com base no resultado das últimas eleições municipais e nas atuais pesquisas de intenção de voto, o candidato a governador de Cabral, o vice-governador Luiz Fernando Pezão, não chegará ao segundo turno num quadro em que também concorram o próprio Garotinho e o senador Lindbergh Farias, do PT.

- Cabral não pode aceitar a candidatura do PT porque sabe que, com a deles e a minha, não há espaço para Pezão crescer, reflete Garotinho.

Ele diz que a segunda alternativa do governador é tirar da disputa o próprio Garotinho.

- Já fui vítima de escutas ilegais e estou sendo novamente. A intenção é me desmoralizar como eu fiz com eles, ao mostrar para todo o Brasil a 'gangue dos guardanapos', mas eles não encontrarão nada contra mim, enquanto eles nunca mais irão superar essa situação vexatória, acredita Garotinho.

No ano passado, o ex-governador divulgou em seu blog fotos tomadas em Paris do governador Sergio Cabral divertindo-se com integrantes de seu primeiro escalão e o empreiteiro Cavendish. As cenas agitaram a CPI do Cachoeira e quase provocaram a convocação do governador, salvo por uma articulação parlamentar comandada pelo PT.

Garotinho avalia que o PMDB de Cabral saiu enfraquecido das eleições municipais do ano passado, superado pelo crescimento do PR e do PT em cidades populosas. Na campanha dos prefeitos, Garotinho fez questão de associar-se aos principais candidatos, e colheu  vitórias no interior.

- Minha rejeição hoje é de 28 por cento e está caindo. Tenho pelo menos 30 por cento das preferências nas pesquisas. Isso significa que irei ao segundo turno. A outra vaga será do PT, com Lindbergh. Cabral está desesperado porque não há espaço para o crescimento da candidatura do Pezão. O reinado está chegando ao fim, professa Garotinho.

Brasil 247

Prefeito do Rio agride escritor



O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, perdeu o controle, na noite carioca. Xingado pelo escritor Bernardo Botkay, conhecido como Botika Botkay, Paes deu um soco na cara do eleitor, que foi também contido por seus seguranças. O relato da agressão foi feito pelo próprio Botkay em sua página no Facebook:

"Falei que pra ele que ele é um bosta. De repente ele veio pra cima e agrediu fisicamente. Soco na minha cara. Homens me segurando. Depois minha mulher, possessa pela covardia, foi para o ataque. Está com os joelhos sangrando. [...] Fomos na polícia. Fomos no centro, IML, dar parte. [...] A maior humilhação do mundo é levar soco na cara do homem menos homem que já ouvi falar. E ele não dá direito de retorno", escreveu Botkay em sua página pessoal.

Paes também se viu forçado a soltar uma nota para esclarecer o caso:

"[...] Fui gratuita e insistentemente ofendido por um casal desconhecido, com expressões como "bosta e vagabundo", entre outras muito mais fortes. A discussão transformou-se em um princípio de desentendimento físico, o que obrigou a intervenção da minha segurança para acabar com o tumulto e afastar os desconhecidos em questão", afirmou Paes por meio de nota oficial. "Nos meus 20 anos de vida pública, acostumei-me a ouvir críticas e, até, receber agressões. Sei que isso faz parte da minha posição. Críticas, em geral, são muito bem-vindas, pois nos ajudam a reparar equívocos e a crescer", disse Paes. "O que não é aceitável são agressões pessoais em momentos privados diante da minha esposa. Apesar da agressividade do casal, eu não poderia ter reagido como o fiz. Peço desculpas à população da minha cidade pela maneira como agi".

O local da agressão foi o restaurante japonês Yumê, no Jardim Botânico. Tanto Botkay como sua esposa, Ana Maria Bonjour, registraram um boletim de ocorrência contra o prefeito. O caso, registrado como lesão corporal, está nas mãos do delegado Orlando Zaccone, titular da 15ª DP (Gávea), e será investigado.

Também presente no local, o escritor Francisco Bosco, filho do compositor João Bosco, fez seu relato sobre o caso no Facebook:

" Temendo que a situação se agravasse, me levantei para conversar com Botkay. Segundos depois vi, para minha perplexidade, o prefeito agredindo Botikay, fisicamente. De minha parte, só o que fiz foi separar. Em seguida fui conversar com Botkay, em solidariedade à agressão que ele sofreu, com a qual eu não compactuo, nem compactuei. Não voltei pra mesa com o prefeito, não estabeleci cumplicidade com esse ato, que acho lamentável", disse Bosco em sua página na rede social. "Entretanto, acho lamentável também toda a postura de Botkay e Ana Maria [esposa de Botkay]", afirmou.

"Não acho politicamente aceitável que um homem público seja verbalmente agredido, e com insistência, enquanto exerce a dimensão privada de sua vida. [...] Ele foi democraticamente eleito, com ideias de que discordo amplamente, mas que têm legitimidade. e quando não tiverem, devem ser questionadas no espaço público; do contrário, o próprio questionamento perde sua legitimidade, como ocorreu", disse Bosco.

Brasil 247