terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Parque Esplanada recebe obras do Bairro Legal 

O bairro vai receber nova insfraestrutura, garantindo melhor qualidade de vida para os moradores e a valorização dos imóveis (Foto: Roberto Joia)
As obras do programa Bairro Legal do Parque Esplanada, embora no início, já estão deixando os moradores empolgados com a nova infraestrutura que o bairro vai passar a ter, garantindo melhor qualidade de vida e valorização dos imóveis. Serão R$ 31.681.320,84 em investimentos feitos pela Prefeitura.

- São obras fundamentais para um bairro e que só valorizam as casas e os pontos comerciais. É uma obra que aguardávamos com ansiedade há uns 20 anos ou mais - disse o comerciante João dos Santos, 70 anos.

Além do Bairro Legal do Parque Esplanada, a Prefeitura já realizou obras do Programa nos bairros de Donana, Uururaí, Residencial Santo Antônio, Penha, Estância e Solar da Penha, Jardim Ceasa, Novo Eldorado, Vila Industrial, Jardim Aeroporto, Lapa, Tocaia e Nova Goitacazes. As obras estão em andamento também no Parque Julião Nogueira e no Jóquei II.

Bairro Legal também no Julião Nogueira 


Divulgação
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Bairro Legal chega também até o Parque Julião Nogueira
A Prefeitura prossegue com as obras de urbanização, drenagem e construção de passeio com acessibilidade e construção de galeria de águas pluviais, no Parque Julião Nogueira. O bairro é mais um comtemplado com o programa Bairro Legal. Em torno de 20 ruas serão beneficiadas. "Obra é sempre muito importante, pois significa melhorias. Sei que outros bairros que receberam este programa ficaram ótimos, tenho certeza que aqui não vai ser diferente", disse o aposentado Jorge da Silva Santos, 70 anos. O investimento da Prefeitura de Campos no Julião Nogueira é de R$ 47.627.194,86.

Além do Bairro Legal do Parque Julião Nogueira, a Prefeitura já realizou obras do programa nos bairros de Donana, Uururaí, Residencial Santo Antônio, Penha, Estância e Solar da Penha, Jardim Ceasa, Novo Eldorado, Vila Industrial, Jardim Aeroporto, Lapa, Tocaia e Nova Goitacazes. As obras estão em andamento no Parque Esplanada e Jóquei II.
 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Campos vai ganhar mais dez hotéis


Carlos Emir
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Dos dez hoteis que serão instalados ao longo deste ano no município de Campos, pelo menos dois possuem quatro estrelas

Campos já tem 15 hotéis e 17 pousadas em funcionamento, totalizando 32. Mas este ano, a previsão é que mais 10 hotéis se instalem na cidade. Com isso, este número chegará a 42, com 2.819 leitos. Atualmente são 2.099 leitos, 1.380 nos hotéis e 719 nas pousadas. 

Dos 10 hotéis previstos, pelo menos dois podem ser quatro estrelas. Os dados são da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O setor já é o responsável pela geração de cerca de 1.500 postos de trabalho diretos.

A maioria dos empregos é de camareira, recepcionistas, cozinheiras e garçom. Mas a chegada de tantos hotéis também aquece outros setores da economia. Contando com os do Farol de São Tomé, o município conta com aproximadamente 300 restaurantes, enquanto a quantidade de táxis em circulação pelas ruas da cidade, segundo informou o Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), é de 831. 

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, trata-se de uma cadeia de impactos que também atinge positivamente a indústria do entretenimento, gerando mais empregos e renda. A maioria dos hóspedes vem do chamado turismo de negócio, e poucos ficam, uma realidade que a Secretaria planeja mudar. Ou seja, a intenção é tentar prolongar a estada desses turistas para o final de semana, envolvendo seus familiares. 

Entre os atrativos, o planejamento inclui oferecer o programa City Tour Histórico, Bienal do Livro, Encontro Nacional de todas as Tribos, a Maior Moqueca do Brasil, as comemorações de São Salvador, Santo Amaro, Festival de Petiscos no Farol de São Tomé, Verão da Família, Carnaval fora de época e outros. 

O diretor de indústria e comércio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Felipe Knust, diz que esse "bom" do setor hoteleiro no município se deve principalmente a investimentos, como os feitos pela Prefeitura, o Super Porto do Açu, em São João da Barra, e o Complexo Logístico e Portuário Farol/Barra do Furado, em Campos. "É um mercado que só tem crescido nos últimos anos. E os grandes empreendimentos são os maiores responsáveis, assim como os investimentos que a prefeitura tem feito", observou Felipe Knust. De acordo com um estudo da BSH International Consultoria, 375 novos hotéis serão concluídos até 2016, no Brasil. Estima-se, com isso, que cerca de 31 mil empregos sejam gerados.
 

Planejamento mantém obras em andamento



Fotos: Secom PMCG
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obras. Cronograma das intervenções pela Prefeitura de Campos em todo o município segue inalterado 
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primeiras medidas anunciadas pela prefeita Rosinha na reunião do Comudes, em novembro
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morar feliz. Condomínio de Ururaí entregue no ano passado, com 312 novas moradias
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Nova sede da Guarda Municipal de Campos, concluída

Da Redação

Com planejamento e rigor na aplicação dos recursos públicos, a Prefeitura de Campos supera as dificuldades da queda de arrecadação e mantém obras em andamento fazendo intervenções em todo o município. Os projetos estão sendo acompanhados e repactuados para garantir a conclusão, mesmo que, pontualmente, seja necessário rever o ritmo dos cronogramas em função da queda do preço do barril do petróleo no mercado internacional.

Nos últimos seis anos, a média de investimentos do município em infraestrutura era de 17%, bem superior ao que municípios vizinhos vinham investindo, no mesmo período, com média de 5%. "A Prefeitura de Campos realiza obras em toda Campos, mesmo com a queda da arrecadação em função da crise nacional, estadual e regional. Antes do nosso governo, havia muito recurso e as obras nem aconteciam. Agora, é melhor dar continuidade de forma mais lenta, quando for preciso, do que não dar continuidade", disse o secretário de Governo, Suledil Bernardino.

O secretário afirma que, com planejamento, é possível fazer mais. Quando o cenário já apontava para uma recessão em 2015, afetando as finanças do setor público em todas as esferas, foram necessárias medidas administrativas. Em Campos, a prefeita Rosinha Garotinho começou a tomar medidas de contenção de custos no final de outubro e no decorrer do mês de novembro, sendo o primeiro município a antecipar medidas de contenção de gastos, tão logo tomou conhecimento da redução do valor da Declan da Petrobras, sobre o ano base de 2013, como a queda violenta da cotação do barril de petróleo no mercado internacional. A sociedade civil foi convocada ainda no ano passado e tomou conhecimento das primeiras medidas, como a supressão de contratos em 25%, além de cortes de custeio fixo e variável de modo geral. 

No final de novembro, durante reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Comudes), foram anunciadas as primeiras medidas e, logo depois, publicado o primeiro decreto. Nesta ocasião, o barril do petróleo que, no início de 2014, estava em U$ 110, estava a U$ 80. No momento, o barril do petróleo, que chegou a U$ 46, apresenta uma ligeira recuperação, estando a U$ 52 na última sexta-feira (31). Recentemente, a prefeita anunciou corte de 10% dos salários dos cargos comissionados.

No ano de 2014, foram 35 obras entregues

Em 2014, a Prefeitura de Campos inaugurou 35 obras, incluindo as 312 casas do Condomínio Morar Feliz de Ururaí. A primeira foi a Praça de Vila do Sol, no Farol de São Tomé, no dia 22 de fevereiro, e a última, em dezembro. No período, foram entregues sete unidades de ensino, entre creches e escolas modelo, oito vias expressas, nos distritos, área central e em Guarus, uma Vila Olímpica, três condomínios Morar Feliz e dois Bairros Legais. "O ano de 2014 foi muito positivo, onde o governo municipal pode entregar à população obras estruturantes, como bairros legais, condomínios residenciais em Dores de Macabu, Ponta Grossa dos Fidalgos e Ururaí, novas praças e estradas, além de importantes avenidas", diz secretário de Governo.

As obras fizeram com que o alagamento acabasse em cerca de 70% dos pontos do município que inundavam com chuvas fortes, resultado da implantação de aproximadamente 104 quilômetros de rede de macrodrenagem. A Secretaria de Obras, Urbanismo e Infraestrutura contabilizava 150 pontos e, entre os mais críticos, estavam as ruas Walter Kramer e Humberto de Campos (Rua 1 e a Rua 2), do Jardim Carioca. "Quando alagava, ninguém entrava, nem saia de casa. Lembro que chegamos a usar bote. Hoje, quase nem lembramos desse tempo", comemora Luiz Carlos Gomes, 49 anos, morador da Rua 1. Antes das obras executadas pelo governo Rosinha Garotinho, 50 ml de chuvas bastavam para outros pontos ficarem intransitáveis e estamparem capas de jornais locais, com pessoas passando de barcos entre as ruas e carros cobertos pelas águas.

Em fase de conclusão

Atualmente, a Prefeitura de Campos está com várias obras em andamento, sendo algumas em fase de conclusão como a Vilas Olímpica do Jardim Carioca, Escolas Modelo João Goulart, em Venda Nova, e Frederico Paes, no Parque Novo Mundo; nova sede da Guarda Civil Municipal; Unidade Básica de Saúde (UBS) da Penha, Hospital São José; Academia da Saúde entre os bairros Pecuária e Nova Brasília, voltada a Terceira Idade; obras de drenagem no Parque Rosário, condomínio Morar Feliz de Saturnino Braga e mais 30 casas de Ururaí, entre outras, como a Cidade da Criança.

Também estão em andamento obras de Bairro Legal; novas casas do Programa Morar Feliz e outros. "Os Parques Esplanada e Julião Nogueira, por exemplo, estão sendo transformados em Bairro Legal. O mesmo irá acontecer no Jóquei II, onde estão sendo executadas obras de drenagem. No Parque Esplanada, também está sendo construída uma Vila Olímpica", informa o secretário de Governo, Suledil Bernardino. "São obras importantíssimas, melhoram a aparência do bairro e valorizam os imóveis. Nós esperávamos um investimento como esse há uns 20 anos", disse o comerciante João dos Santos, 70 anos, morador no Parque Esplanada, sobre a Vila Olímpica. O município ganhou duas, nos últimos anos, e vai ganhar mais sete.

A RJ-216, entre a Penha e Goitacazes, está chegando à fase final. A nova via é um projeto moderno e inovador e dá acesso a Baixada Campista e à praia do Farol de São Tomé. A Baixada Campista também vai ganhar outra importante obra: mais um condomínio Morar Feliz, em Saturnino Braga, e um hospital, em Goitacazes.

As obras de reforma e ampliação da Escola Municipal Frederico Paes Barbosa, localizada no Parque Novo Mundo, praticamente estão concluídas. Para o próximo mês está prevista a chegada do mobiliário. Já no Parque Santa Rosa, a Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Infraestrutura segue com as obras de reforma e ampliação da Escola Municipal Professora Eunícia Ferreira da Silva. Desde 2009, a Prefeitura de Campos construiu e entregou 18 creches e cinco escolas modelo. "São obras que trazem uma nova infraestrutura ao município e, apesar dos ajustes que estão sendo feitos, as obras estão em andamento", destacou o secretário de Obras, Urbanismo e Infraestrutura, Edilson Peixoto. O programa Água nas Comunidades vai continuar beneficiando diversas localidades do interior.
 

Com cancelamento de refinarias, Brasil vai aumentar importação de combustíveis

RIO - O escândalo de corrupção na Petrobras criou um novo efeito colateral: adiou a meta de autossuficiência na produção de derivados (diesel e gasolina), que a Petrobras previa atingir até 2020. O cancelamento e o adiamento de quatro refinarias da Petrobras vai resultar já neste ano em um aumento de mais de 27,5% nas importações de diesel, de acordo com estimativa feita pelo Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Em 2016, a balança comercial do setor será ainda mais negativa, quando se prevê uma alta de 43% nas compras do combustível, aumentando a dependência do Brasil, na avaliação de especialistas do setor.
A expectativa é que o consumo aumente entre 3% e 5% neste ano - Editoria de arte
Na semana passada, a Petrobras anunciou o cancelamento das refinarias Premium I (no Maranhão) e II (Ceará), além de ter suspendido a segunda unidade da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que estava com 91% das obras concluídas e tinha previsão de entrada em operação em meados deste ano, com capacidade para processar 115 mil barris/dia. No Rio, o Comperj terá seus investimentos reduzidos.
Haroldo Lima, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, lamentou a suspensão dos projetos, destacando que o país volta à era pré-Lula:
- O ex-presidente Lula tentou fazer quatro refinarias. Agora voltamos à situação anterior, quando o país passou 33 anos sem novas refinarias.
O cancelamento dos projetos ocorre num momento em que a demanda por combustíveis segue forte. A expectativa é que o consumo aumente entre 3% e 5% neste ano, após crescer 5,6% em 2014. Segundo um especialista do setor, o Brasil importa 15% do total consumido, de 2,4 milhões de barris por dia. Sem esses projetos, o Brasil correria o risco de elevar a dependência acima de 20%, o que deixaria o país vulnerável em termos estratégicos. Mesmo com a retração da economia no curto prazo, a expectativa é de que a demanda continue em alta nos próximos anos.
- Sem esse projetos, o Brasil passa a ser um importador enorme, não só de gasolina e diesel, mas de nafta petroquímica e querosene de aviação (QAV). E, com isso, corre o risco de se tornar um México ou um Irã, exportador de petróleo, já que teremos aumento de produção com o pré-sal, e importador de derivados - disse Alexandre Szklo, professor de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ.


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